domingo, 20 de novembro de 2011

liberdade, liberdade. abra as asas sobre nós.


o sentido de liberdade.
é aquele que é possível e sacramentado até onde essa termina no início da dita do outro?

a liberdade compartilhada não deixa de ser utópica, mas aditivada pelo calor de um grupo de evoluídos primatas em um ambiente fechado, calor, luzes e música alta, no mínimo a sensação desta é possível.

os braços para cima muitas vezes pode ser associados a estética das grandes massas obedientes que se curvam pela vontade da cantora de cabelo progressivo e visual sem progressão, ou mesmo cabe ao discurso político.
mas a (des)união dos poderes numa pista de dança pode tranquilamente ser uma zombaria aos valores impostos.

você que está aí sentado, levante-se e faça-se falar.
assim gritemos o refrão.
dança é liberdade corporal?

qual o príncipio básico de liberdade?
eu nem sempre sigo o passinho.
levante-se!

Um comentário:

  1. Há, dança como instrumento de libertação corporal, pessoal, coletiva, imaginária, expressão livre de um "ser" em unisono, mesmo na individualidade dos corpos, estabelece-se alí uma atmosfera_máquina de nervos e músculos ritmados ou involuntários de um inconciente vivo, onde mesmo todos livres somos todos Um.

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